A Guemará responde: Beit Shammai sustentam: Mesmo com relação a votos que foram revelados ao noivo, no caso de sua morte, sua autoridade retorna ao pai. Além disso, quando o pai ou o marido de uma jovem anula seu voto, ele separa sua parte dele, permitindo que o pai anule seu voto por conta própria após a morte do noivo. Beit Hillel sustentam que seu pai e seu último marido juntos anulam seus votos, e ele que anula seu voto não separa isso, mas antes enfraquece sua força. Mesmo que o primeiro noivo soubesse do voto antes de sua morte, o pai pode anulá-lo em conjunto com outro noivo. Esta decisão está de acordo com a decisão de Shmuel de que seu último noivo pode anular até mesmo aqueles votos que ela fez enquanto estava prometida ao primeiro homem.
§ Foi levantado um dilema perante os Sábios: o divórcio de um marido de sua esposa depois que ela fez um voto é considerado como silêncio, ou é considerado como ratificação do voto?
A Guemará pergunta: Qual é a diferença entre as duas possibilidades? Em todo caso, ele não anulou o voto dela antes do divórcio, e, uma vez que a divorciou, já não pode mais fazê-lo. A Guemará responde: Há uma diferença em um caso em que ela fez um voto, e seu marido ouviu o voto, e a divorciou, e tornou a casar-se com ela no mesmo dia. Se o Mestre diz que o divórcio é como silêncio, o marido pode agora anular o voto por ela, pois é o mesmo dia. Mas se o Mestre diz que o divórcio é como ratificação, ele não pode anular o voto por ela, pois o ratificou ao divorciá-la.
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